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terça-feira, 22 de maio de 2012

domingo, 23 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

diário de praxe, 9.

Digo-o com todas as minhas forças: MELHORES PADRINHOS DO MUNDO!!! ♥
Padrinho: Um dia para não esqueceres nunca e espero que continues a achar isso dos teus padrinhos, espero dar-te razões para que o continues a dizer! É uma honra poder apadrinhar-te!

A honra é toda minha, padrinho!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

diário de praxe, 8.

Ao fim de quase um mês descobriram o nome de praxe perfeito para mim. Digam olá à Bicho Rapunzel!

(a fotografia, tirada pela minha irmã inês lobo, explica porquê e, neste momento, o meu cabelo já cresceu mais um pedacinho.)

diário de praxe, 7.

JÁ TENHO PADRINHOS! O Zé e a Inês leram as cartas e aceitaram o meu pedido!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

diário de praxe, 6.

Amanhã, já vou saber se o Zé e a Inês serão os meus padrinhos. Estou ansiosa!

sábado, 15 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

diário de praxe, 5.

Um peddy-paper bem matemático, com muita brincadeira à mistura, durante toda a tarde. Um Jantar do Caloiro à noite para partir a loiça toda!

E como é óbvio, não vou deixar passar em branco o facto de ter dormido na casa do Pastrano José com um batalhão de gente. Quer dizer, na sala estava um batalhão de gente, e todos a dormirem bem apertadinhos. Eu cá dormi à larga no quarto do Zé.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

diário de praxe, 4.

Uma tarde muito bem passada na Baixa, sim senhor.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

diário de praxe, 3.

Éramos um autocarro. Pelo caminho apanhámos chuva e neve, aka água da fonte e farinha respectivamente, e por pouco não houve uma tempestade de ovos.

domingo, 9 de outubro de 2011

A memória de uma despedida futura vem assombrar-me o pensamento. Sei que podes ter que partir a qualquer momento e a angústia que me consome é cada vez maior e mais forte. Na verdade, o meu maior medo não é a certeza de que irás partir um dia, mas sim a incerteza de não regressares a casa. Tenho medo de que a tua camisa, minha preferida, perca o teu cheiro. Medo de esquecer as expressões do teu rosto e o brilho do teu olhar das vezes em que fazíamos amor junto ao calor da lareira acesa. Por favor, não te deixes enfeitiçar por ninfa alguma no mar bravo, ou pela bebida em noites mórbidas. Permanece o homem por quem me apaixonei um dia, mesmo que a despedida seja para sempre. Depois do que passámos, deves isso a ambos. E mesmo assim, depois de tanto que já passámos, tenho medo que fique algo por dizer, algo por fazer.

flip, o coelho que dá cambalhotas.


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

hoje deu-me para ouvir pedro abrunhosa.


Pedro Abrunhosa - Tudo o que eu te dou.

pedro miminho.


é disto que se aprende nas aulas de análise matemática I com o professor armando.

- Diz um número.
- Um qualquer?
- Sim.
- Sete?
- Oito! GANHEI!
Toca a despertador prateado na mesinha de cabeceira. Com esforço, ergues a mão por debaixo dos lençóis tentando cessar aquele ruído incómodo. Mais um novo dia que começa. Descalça e ensonada, arrastas-te até à casa de banho e lentamente tiras a roupa com a esperança de que a água ao bater na cara te faça acordar. Digamos que não faz muito efeito, porque sais da banheira com a mesma cara de sono. Escolhes a roupa para o dia. Vestes as calças, a camisola e calças os teus sapatos favoritos. Os únicos, ora. A mala, que já tinha sido preparada no dia anterior é, literalmente, arrastada com tanto peso. É hora de olhar para o relógio da cozinha, quando te vais a sentar para tomar o pequeno-almoço, e aperceberes-te que já estás atrasada. Pegas num pedaço de pão e sais a correr para apanhar a camioneta. Por momentos, pareces esquecer o sono. Voltas a correr para apanhar o metro. Estação após estação, os olhos vão ficando cada vez mais pesados, com o embalar das carruagens e quando estás prestes a cair para o lado, chegas a Campo Grande. Corres mais um bocadinho para chegares à faculdade. Andas dez minutos desorientada no meio dos edifícios e, por fim, nos corredores até que avistas um rosto que te é familiar. Encontraste a sala, finalmente. Das duas, uma: teórica na conversa para não adormeceres, ou teórico-prática com desenhos, para resolveres os exercícios mais depressa. Repetem-se os exemplos por mais umas horas. Por hoje é tudo. Amanhã há mais. Agora voltas para casa.