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sábado, 15 de janeiro de 2011

Perdemos a noção da quantidade de rostos que vemos todos os dias. Todos eles diferentes. Rostos de pele morena. Outros de pele clara como a neve. Uns mais arredondados. Há até aqueles que só de olhar se sente o quão macia é a sua pele. Com sardas e sem sardas. Rostos gastos pelo tempo. Cicatrizados. Mas todos tão iguais.

9 comentários:

  1. juro que adoro a maneira como escreves. aliciante :)

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  2. adorei, adorei!
    nem é isso, porque a dor a mim nunca me passou despercebida. mas há quase três anos que passo por isto, e acho que cheguei a um ponto que vi mesmo que não valia a pena e deixou de doer, e eu deixei de lado. ainda estou a tratar é de tirar esse lixo da minha vida, porque, bem, no meu caso, acho que foi mesmo lixo :) **

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  3. oh, muito obrigada.
    e o teu caso, não conheço o teu caso, mas se calhar, como alguém disse lá nos comentários, até pode valer a pena *

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  4. e se falares com ele? não será melhor? eu acho que uma conversa resolve sempre tudo

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  5. também acho que sim, os importantes continuarão*

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  6. e não conheces ninguém que o conheça?

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  7. ah, sim, já estou a entender. então, não exijas querida :) continua a falar com ele, sempre é melhor assim do que não tê-lo, penso eu, certo? e se não queres estar afastada assim por tantos dias, vai falando com ele. quem sabe um dia, as coisas não mudam?

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"Nada me prende a nada.
Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo."