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sábado, 30 de julho de 2011

Vem sentar-te ao meu lado. Fala-me sobre os teus dias, como fazíamos antes. Fala-me das pessoas que se cruzaram contigo na rua, respirando o mesmo ar que tu, e das que sorriram para ti. Lembras-te de como gostávamos de ficar aqui durante horas e horas, até voltar a amanhecer? O que se perdeu? Por certo, perdemo-nos um do outro, desencontrámos as nossas almas. Tenho saudades das tuas gargalhadas enquanto revivíamos os momentos passados. E se voltássemos a sorrir um para o outro? E se isso fosse a solução deste labirinto que não nos leva de novo para junto um do outro? E se. 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Tenho medo. Do que aí vem e daquilo que vou deixar para trás. Tenho medo que nada daqui para a frente seja bom para mim e que o que ficou para trás nunca mais regresse. Tenho medo porque é a última coisa que quero. As pessoas, os momentos, os gestos e as palavras, tudo permanecerá guardado no coração. Apenas temo que não seja o suficiente para ter força e enfrentar o desconhecido. Eu preciso de vocês ao meu lado. Preciso imenso.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

You can take everything I have
You can break everything I am
Like I'm made of glass
Like I'm made of paper
Go on and try to tear me down
I will be rising from the ground
Like a skyscraper!
Like a skyscraper!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Não me digam o que tenho de fazer. Não me digam o que posso fazer. Não me digam como me sentir. Simplesmente, deixem-me em paz! Será assim tão difícil perceber quando uma pessoa quer estar sozinha? Depender apenas dela própria? Eu quero e estou a crescer, por isso não me digam aquilo que posso ou não fazer, aquilo que posso ou não sentir.

sábado, 23 de julho de 2011

Sorrir não mata. Viver não dói. Abraçar não arde. Beijar não fere. Rir não machuca. Você não tem motivos para não tentar ser feliz.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tu és o Sol. Eu sou a Lua. Tu és a estrela e eu o buraco negro. És fogo e eu água. Somos os extremos que não se tocam. Sei bem que não iríamos sobreviver assim. Nenhum amor sobrevive. No entanto, és tudo e sem ti sou nada.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

alta definição

Gosto do mar, mas não gosto de ir à praia. Gosto mais da lua. Gosto de estrelas e de buracos negros. Não gosto muito do sol, queima. Gosto de branco. Gosto da neve. Gosto do verde dos campos. Gosto de casas de madeira. Não gosto de insectos. Gosto de montanhas. Gosto do céu. Gosto das nuvens e gosto de chuva. Gosto de noites chuvosas na esplanada do Bubas. Gosto de estar com os meus amigos. Gosto da Michelin ou da Roxanne, como lhe quiserem chamar. Gosto do João Pedro. Gosto do Jorginho, do Tavinho e do Freds. Gosto do Rui. Gosto de apanhar bebedeiras com eles. Parece que agora também gosto de fumar. Gosto de me lembrar do baile de gala. Gosto de me lembrar das sextas-feiras. Não gosto quando não me dão atenção. Não gosto quando não me dão carinho. Gosto que me dêem beijinhos na testa. Gosto de Matemática. Não gosto de estudar. Gosto de intervalos no Buca e no Jardim. Gosto de ver o Freds a dançar o Rebolation. Gosto de ser a Minnie do Tavinho. Gosto de ser a Loba Lobíssima do João Pedro. Gosto de ser a Patricinha do Freds. Gosto de ser a pequenina deles todos. Gosto de promessas de mindinho com o Rui. Gosto de tirar boas notas. Gosto e não gosto de ser demasiado perfeccionista. Não gosto de ser nervosa. Não gosto de sofrer por antecipação. Não gosto de me apaixonar por quem não sente o mesmo por mim. Não gosto de ser insegura. Não gosto de me ver ao espelho. Não gosto lá muito de mim. Não gosto de não gostar. Gosto do futuro. Gosto de acreditar no destino. Gosto de abraçar. Gosto que me abracem. Gosto de amizades verdadeiras. Amo a minha hermana, com todas as minhas forças. Gosto da minha gente. Gosto de gostar.
Hoje sonhei com o teu abraço, com os teus carinhos e os teus beijos. Sabes, foi um daqueles sonhos em que não se quer acordar para o resto das nossas vidas, por nos sentirmos tão bem e tão especiais. Porém, acordei e o sonho desvaneceu-se, deixando um rasto de saudade no meu coração daquilo que ainda não vivi contigo. Assim, apercebi-me que mesmo acordada, eu vivo mergulhada em sonhos e ilusões, imaginando-te a caminhares na minha direcção, a dares-me um beijo quando chegas perto de mim e a dizeres que me amas.

terça-feira, 19 de julho de 2011

promessa de mindinho.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Eu tenho uma paixão platónica pelo Óscar desde os meus catorze anos. Este homem mata-me! É o meu Tacuara, o meu El Matador!
Eu só queria ser feliz. É pedir assim tanto?

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Não há muito mais a dizer. As letras, as palavras, as frases não são tudo. Eu quero mais, eu quero gestos. E sim, eu sei, eu sei que precisas de tempo. Mas quem sabe se não serei a companhia que precisas para esse tempo passar. Da última vez passou a voar. Tu próprio o disseste. Palavras tuas.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Desde sexta-feira que não faço mais do que passar os dias a dormir e as noites em festas.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Se perguntarem por mim diz que fugi. Diz que fui correr atrás dos meus sonhos. Diz que fui apanhar estrelas, que voei até as nuvens, que nadei em águas profundas. Se eles perguntarem, podes afirmar que os levei no coração, e que penso neles todos os dias. Diz que só voltarei quando cada sonho tiver sido realizado. Diz também que poderei nunca mais voltar. Não, espera, isso é impossível. O meu maior sonho és tu.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Em nenhum momento me arrependi de ter aberto a minha mão e deixar voar os meus sentimentos por ti. Querer-te, amar-te, já não me fazia bem. Tu não me fazias bem. Deixei que a razão comandasse por uns tempos o meu coração, mantendo-o no rumo certo, até conseguir chegar novamente à estabilidade. Foi difícil, foram momentos duros. Como se o meu corpo fosse amor por ti e tu a droga à qual eu não resistia. Mas o tempo cura tudo e agora estou por minha conta. Sem sentimentos por ti.
Estou com uma crise de identidade.
Nada justifica que se volte a repetir, mas a noite contigo voou e fizeste sentir-me como há muito tempo ninguém me fazia sentir. E foi um nascer do dia que há muito apetecia.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

‎Tenho medo de terminar sozinha. Tenho medo de ser sempre a amiga, irmã e confidente, mas nunca o 'tudo' de alguém.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011